Como sair dum ano velho

Em 2018 eu li pra caralho. Os jornais, blogs, revistas acadêmicas, timelines foram a mais fundamental interface que tive com o mundo. No ano que atravessei o país para recomeçar uma graduação, em especial, até boa parte da interação que tive com minha família foi lendo, via WhatsApp. A leitura acolheu e iluminou quando o ambiente estava em boa parte obscuro.

Na lista onde guardo tudo que leio pela internet, as leituras mais catárticas recebem um asterisco na hora do registro. Aqui, tentei reuní-las em conjuntos, mais ou menos temáticos, mas abertos e contínuos por entre.

Agora, ensaio o movimento que venho aprendendo a prezar: o da escrita. Foi pelo caminho de ideias que registrei na lista que senti o ímpeto de me colocar aqui, num blogue, como escritor. Se fui silenciando ao final de outubro, agora empenho-me à procura de voz no debate público – tanto independente quanto coletivamente. Quero iniciar compartilhando o que me deu mais fôlego:

O ofício da escritora

Ciência narrada

Espaço político dos metais de terras raras

O setor tecnológico na disrupção de tudo

A exposição e crítica do discurso tecnófilo

Formação de identidades nacionais

Formação de identidades nacionais

Reportando o Brasil

O cerceio da inteligência

Pensamento que liberta